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Château Margaux 1900, o melhor vinho do século passado. |
Restam menos de 1.000 garrafas por US$ 200 mil, cada uma ! |
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Algumas das maiores obras-primas da humanidade são, felizmente, imortais. Ella Fitzgerald jamais errará o tom de Anything Goes, Gene Kelly sempre sapateará alegremente na chuva e, ao que tudo indica, as mil e poucas páginas de Guerra e Paz continuarão sendo lidas por todos que quiserem. Até as pirâmides do Egito, embora longe da melhor forma, estão firmes, de pé. A má notícia é que uma dessas obras-primas está acabando. |
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É o Château Margaux da safra 1900, considerado pela conceituada revista americana Wine Spectator o melhor vinho do século passado. Naquele ano, a produção da vinícola francesa chegou a 300 000 garrafas. Segundo cálculos dos especialistas, porém, apenas 0,3% delas ainda estão fechadas. Ou seja, faltam menos de 1 000 garrafas para o vinho do século se tornar definitivamente uma lembrança gustativa e olfativa de uns poucos felizardos.
Uma das conseqüências da escassez do Château Margaux 1900 é a escalada dos preços. No dia 20 de maio, um leilão da britânica Sotheby's vendeu uma garrafa de 1 litro e meio por 147 000 reais, um recorde. "Poucos vinhos chegam aos 100 anos de idade em perfeita forma", disse Paul Pontallier, diretor da Château Margaux, ele mesmo um bebedor de 12 exemplares da safra 1900 em toda a vida. "Infelizmente, hoje até mesmo o nosso estoque tem apenas oito garrafas".
O ano de 1900 (quando a rainha Vitória ainda liderava o império britânico e Santos Dumont começava a fazer experiências com balões) foi mágico para os produtores de Bordeaux, cidade francesa que abriga vinícolas como Château Margaux e Château Lafite. O calor do verão e a falta de chuvas na época da colheita, características essenciais para uma boa safra, fizeram com que os vinhos da região atingissem níveis de qualidade raramente vistos. O Margaux logo despontou como o melhor daquele ano.
Curiosamente, o vinho foi considerado tão bom na época que os produtores duvidavam de seu potencial de envelhecimento, ou seja, ele pioraria com o passar dos anos, até se tornar intragável. As décadas seguintes provaram que esse foi um grande erro de avaliação. Anos atrás, Robert Parker, o crítico de vinhos mais influente do mundo, decidiu tirar a dúvida. Conseguiu uma garrafa, abriu, serviu, cheirou, provou e deu nota 100 (a nota máxima) para o Margaux 1900 que se tornou o tinto mais antigo de sua lista de vinhos perfeitos. Segundo ele, o exemplar tem um equilíbrio perfeito e um perfume que preenche uma sala inteira. "É um vinho imortal, um dos mais extraordinários que já provei", escreveu.
O mercado do Château Margaux 1900 é movido por uma ironia um tanto trágica. Por mais de 100 anos, apreciadores vêm comprando garrafas e estocando-as no fundo da adega, onde aguardam um momento considerado especial o bastante para que sejam abertas ("Esse dia merece aquele Margaux!"). O problema é que, para muitos, esse momento nunca chega. O resultado é que as garrafas disponíveis hoje saíram das adegas de aristocratas e magnatas mortos. Em alguns casos, o dono da adega é sagaz o bastante para perceber que não conseguirá beber todos os grandes vinhos que comprou.
O compositor britânico Andrew Lloyd Weber vendeu sua adega, que tinha seis garrafas de Margaux 1900, por 6 milhões de dólares. Além dos leilões, há lojas especializadas que realizam um trabalho de detetive para encontrar as últimas garrafas. A Antique Wine, de Londres, negocia há três meses com o dono de uma garrafa de 4,5 litros. "Esperamos fechar negócio dentro de um mês", diz Stephen Williams, dono da loja. Esse autêntico Margaux de garrafão tem tudo para ser o mais caro de todos os tempos. "Vamos vendê-lo por até 200 000 dólares", diz Williams, que já tem no catálogo um exemplar em tamanho normal, oferecido por 27 600 reais. O preço das garrafas grandes é maior porque nelas os vinhos se deterioram mais lentamente.
Quem se interessa por comprar os últimos exemplares do Margaux 1900 tem de se habituar com um risco que surge na hora de abrir a garrafa: o vinho centenário pode ter se transformado em tempero para salada, ou sofrido adulterações de falsários. Em caso de decepção, quem vende não devolve o dinheiro. "O risco é parte da diversão de quem coleciona vinhos antigos", diz Stephen Williams.
O colecionador americano Bipin Desai, por exemplo, chegou a comprar garrafas leiloadas com o rótulo "supostamente Margaux 1900". Quem não está disposto a arriscar dezenas de milhares de dólares pelo vinho do século passado não precisa desanimar. A própria Château Margaux foi responsável por produzir um vinho de qualidades semelhantes, com potencial para ser o melhor vinho deste século. Por coincidência, da safra 2000. A garrafa do Château Margaux 2000 pode ser encontrada por 5 000 reais no Brasil, pelo menos por enquanto.
Os melhores vinhos do século |
1 - Château Margaux 1900 (França) |
2 - Château d'Yquem 1921 (França) |
3 - Quinta do Noval Nacional 1931 (Portugal) |
4 - Domaine de la Romanée-Conti 1931 (França) |
5 - Inglenook Cabernet Sauvignon Napa Valley 1941 (Estados Unidos) |
6 - Château Mouton-Rothschild 1945 (França) |
7 - Château Cheval-Blanc 1947 (França) |
8 - Biondi-Santi Brunello di Montalcino Riserva 1955 (Itália) |
9 - Penfolds Grange Hermitage 1955 (Austrália) |
10 - Paul Jaboulet Ainé Hermitage La Chapelle 1961 (França) |
11 - Château Pétrus 1961 (França) |
12 - Heitz Cabernet Sauvignon Napa Valley Martha's Vineyard 1974 (Estados Unidos) |
Fonte: Wine Spectator |
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Vinhos Italianos |
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O sabor acentuado dos pratos italianos requer como acompanhamento um vinho também marcante. Na Itália, as pessoas seguem algumas normas na escolha da bebida que vai à mesa. Servem durante a refeição o mesmo vinho que foi usado na preparação do prato, seja ele tinto ou branco.
Mas regra fixa não combina com o anárquico espírito do italiano. Existem apenas recomendações: para os pratos de carnes escuras, como a de coelho, cordeiro, cabrito, boi, porco, um tinto encorpado; para acompanhar as massas, um tinto de corpo médio; para aves e peixes, os brancos secos. |
Mar de Vinhos
Existem na Itália mais de 4 mil tipos de vinhos. Os mais famosos são os de "origem controlada", que recebem um certificado de qualidade emitido por órgãos especializados - sistema inspirado no modelo francês. Embora não produza a mesma quantidade de vinhos que a França, a Itália é conhecida pela qualidade de seus fermentados. Cada uma das 20 regiões vinícolas do país reserva surpresas que podem ser desvendadas em pequenos goles. Conheça algumas delas:
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Puglia
Maior produtora de vinhos da Itália, Puglia situa-se ao sul de Molise formando a costa sul do Mar Adriático e o Golfo de Taranto no Mar Jônico. Faz fronteira ao leste com a Campania e a Basilicata e suas principais cidades são Bari, Brindisi, Taranto, Foggia e Lecce.
Entre os vinhos da Puglia, destacam-se os tintos, vinhos potentes, de cor intensa, muito encorpados e bastante alcoólicos. O Patriglione, feito com a uva negroamaro e o Castel de Monterosso são os fermentados mais badalados. Vale lembrar que essa região também produz ótimos rosés. |
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Piemonte
Localizada na parte noroeste da Itália, a região do Piemonte concentra as províncias da Lombardia, Ligúria e Valle d´Aosta. O relevo montanhoso da região - Piemonte significa literalmente "pés dos montes" -, os invernos rigorosos e os vales dos diversos rios que cortam a região fazem crescer as uvas tintas nebbiolo e barbera. Da primeira, faz-se o famoso, rico e potente Barolo, enquanto a segunda uva dá origem ao feminino e elegante Barbaresco. |
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Sicília
Cercada pelo Mar Tirreno, bem na ponta da "bota", está a Sicília. Segunda maior região produtora da Itália, a Sicília produz mais vinhos brancos que tintos. O Marsala é o mais famoso, especialmente por ser frequentemente utilizado na gastronomia. Branco e fortificado, ele foi o vinho mais famoso da Itália no século passado, superando até mesmo a fama do Madeira, seu similar português.
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Toscana
Conhecida como jardim da Itália, a Toscana situa-se mais ao norte do país e reúne cidades famosas como Pisa, Arezzo, Livorno e, especialmente, Florença, conhecida por sua importância cultural e pelo grande número de vinhos de qualidade superlativa. Alguns especialistas chegam a chamá-la de Bordeaux Italiana.
O Chianti, produzido na Toscana, é um dos vinhos italianos mais vendidos no mundo. Consagrado pelo célebre fiasco, a garrafa bojuda com a base envolta em palha, ele foi o primeiro vinho da Europa a ter sua região demarcada, em 1716, pelo grão-duque da Toscana, Cosimo de Medici 3º. Não ficam de fora dessa seleção, os grandes vinhos Brunello de Montalcino, o Sassicaia e o Tignanello; todos eles produzidos nessa região e colocados entre os melhores do mundo. |
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Veneto
Bem ao nordeste da Itália, Veneto abriga as três regiões de vinhos mais importantes conhecidas como Tre Venezie (Três Venezas), por fazerem parte do reino Veneziano. Veneto é a terceira em produção depois da Puglia e da Sicilia e tem alguns dos vinhos mais famosos da Itália.
Os produzidos nos arredores da cidade de Verona incluem o branco Soave, o espumante Prosecco e os tintos Valpolicella e Bardolino. Os vinhos Valpolicella estão entre os mais suaves e frutados da Itália, produzido com as uvas Corvina, Rondinella e Molinara.
O vinho branco Soave é feito com uvas garganega e trebbiano e, embora seja geralmente seco, existe nos estilos doce e espumante. Soave perde apenas em volume para o Chianti, entre os vinhos DOC.
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Umbria
A Umbria está cravada no centro da Itália e é famosa por ter sido o berço da vitivinicultura etrusca na Itália. Perugia, Montefalco, Assisi, Terni e Todi são algumas de suas principais cidades.
Mas é em Orvieto, uma bela cidade medieval localizada nos rochedos dos Apeninos, que se produz um dos melhores e mais famosos vinhos brancos da Itália. Delicado e seco, o vinho que leva o mesmo nome da cidade é elaborado com as uvas Grechetto, Malvasia e Verdello.
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Emilia-Romagna
Spaghetti a la Bolognesa, Prosciutto di Parma, Parmigiano Reggiano, Aceto Balsamico di Modena. Paraíso gastronômico da Itália, essa região liga as cidades de Bologna, Modena, Réggio nell´Emilia e Parma.
O Albana di Romagna é um grande destaque entre os vinhos da região. No entanto, o Lambrusco é, sem dúvida, o vinho mais popular da Emilia-Romagna. Embora modesto, é um dos vinhos mais conhecidos e exportados da Itália. Originariamente, é um vinho tinto leve, pouco alcoólico e frisante e existe nas versões secco, amabile e dolce. Existe também o Lambrusco Bianco, que combina bem com o clima tropical brasileiro. |
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Lazio
Lazio, situada ao sul da Toscana, é a mais meridional das sub-regiões do Centro-Mediterrâneo e tem como cidades principais Roma, a capital do país, Viterbo, Rieti, Frosinone e Latina.
O vinho mais conhecido do Lazio é o Frascati, também chamado de "vinho de Roma", por ser largamente consumido nos bares e restaurantes da cidade. O Frascati é um vinho branco seco, ligeiramente frisante, produzido nos arredores da capital, a partir das uvas malvasia e trebbiano.
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Conhecida desde o século XII, a grappa é o destilado mais famoso da Itália. Entretanto, há pouco mais de uma década deixou de ser apenas uma bebida rústica e barata que os italianos misturam ao café ou tomam pura, como digestivo, e sofreu uma grande transformação, com a sofisticação de seu processo produtivo e também de engarrafamento. Desde então conquistou novo status e passou a ser encontrada em locais luxuosos, ao lado dos melhores cognacs e single malt scotch whiskies.
A grappa resulta da destilação do bagaço fermentado da uva, chamado de vinaccia, originalmente destinada ao aproveitamento do álcool residual após a elaboração do vinho. A matéria-prima, portanto, é a sobra da fermentação constituída de cascas, polpas e sementes remanescentes da prensagem das uvas. Sua destilação é feita em pequenos alambiques de cobre, logo depois do bagaço ser separado do vinho. A grappa em geral não é envelhecida, porém as poucas exceções têm a palavra invecchiata grafada no rótulo. |
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Na Itália, a grappa possui hierarquia maior até que seus brandies, que são obtidos pela destilação do vinho já pronto. Aguardente similar é elaborada também em Portugal com o nome de bagaceira; na França, como marc; e em outros países em versões regionais.
Antes da nova moda, as grappe eram genéricas, identificadas apenas pelo nome do produtor. Agora, a exemplo dos vinhos, passaram a ser varietais e trazem o nome da uva declarado no rótulo. São as chamadas monovitigno. Devem ser servidas em cálices pequenos, na temperatura ambiente, para pronunciar os aromas e sabores que lembrem as uvas de origem. Em vez de garrafas convencionais, comuns até nas bebidas mais caras, as novas grappe vêm contidas em recipientes com grande variedade de formatos e tamanhos, muitas vezes de cristal soprado. Essas garrafas são verdadeiras obras de arte de criativos artesãos italianos, que valorizam o conteúdo devido à graciosidade e à leveza de suas linhas.
Embora tenham a aparência inócua de água, as grappe atuais têm qualidade excepcional, natureza sedutora, perfumada intensidade aromática e grande persistência. São menos agressivas que as antigas, com mais atenção dispensada à fruta que ao álcool, o que as torna mais suaves. Com isso, muitas pessoas que rejeitavam o produto por ser muito rústico e forte, agora estão se tornando fãs da bebida.
Os principais produtores relatam que a demanda por seus tops de linha já supera a capacidade de abastecimento. A produção de grappa na Itália em 2003 foi de 40 milhões de garrafas, sendo a Alemanha, a Áustria e o Reino Unido seus principais clientes. A afinidade particular da Alemanha por coisas da Itália, em parte pela proximidade geográfica e história comum, chegou a ponto do antigo chanceler Helmut Schmidt ter diversas vezes brindado com grappa o fim de jantares oficiais. Isso é um grande tributo, levando-se em conta que a Alemanha produz excelentes eaux-de-vie. No Brasil, já está se tornando comum, nos bons restaurantes italianos, saborear um cálice de grappa após a refeição. |
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CARTA DE VINHOS
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TINTOS EM GARRAFA
Brasil |
(8106) Almadén, Cabernet, 2005 |
(8120) Casa Valduga, Duetto, Cabernet Sauvignon + Merlot, 2001 |
(8121) Casa Valduga, Premium, Cabernet Sauvignon, 2000 |
(8145) Miolo Fortaleza do Seival, Tempranillo, 2005 |
(8143) Miolo Lote 43, Cabernet Sauvignon + Merlot, 2002 |
(8148) Miolo Reserva, Cabernet Sauvignon, 2004 |
(8144) Miolo Reserva, Merlot, 2004 |
(8102) Miolo Reserva, Pinot Noir, 2004 |
(8118) Miolo Seleção, Cabernet Sauvignon + Merlot + Pinot Noir, 2004 |
Itália
(8123) Chianti DOC, Ruffino, 2002 |
(8132) Corvo (Nero d'Avola, Nerello Mascalese e Pignatello), Case Vinicole di Sicilia, 2002 |
(8112) Valpolicella clássico, Fratelli Bolla, 2003 |
Argentina
(8115) Balbi, Cabernet Sauvignon, 2002 |
(8146) Balbi, Malbec, 2003 |
(8129) Bonarda, Bodega Don Cristobal, 2003 |
(8103) Santa Silvia, Cabernet Sauvignon, 2004 |
(8149) Santa Silvia, Merlot, 2004 |
(8150) Santa Silvia, Malbec, 2003 |
Chile
(8125) Casillero del Diablo, Cabernet Sauvignon, 2004 |
(8138) Concha Y Toro Reserva, Cabernet Sauvignon, 2003 |
(8139) Gato Negro, San Pedro, Cabernet Sauvignon, 2002 |
(8140) Santa Carolina Reserva, Cabernet Sauvignon, 2003 |
(8122) Santa Helena Reserva, Cabernet Sauvignon, 2003 |
Portugal
(8111) Periquita, Terras do Sado, 2002 |
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TINTOS EM ½ GARRAFA
Itália
(8133) Corvo (Nero d'Avola, Nerello Mascalese e Pignatello), Case Vinicole di Sicilia, 2002 |
BRANCOS EM GARRAFA
Brasil
(8119) Almadén, Riesling, 2005
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(8114) Miolo Seleção, Chardonnay + Riesling + Sauvignon Blanc, 2004 |
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(8147) Miolo Fortaleza do Seival, Pinot Grigio, 2006 |
Itália
(8006) Frascati Superiore, Cantine San Marco, 2005
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Chile
(8141) Santa Helena Reserva, Chardonnay, 2004
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VINHOS EM TAÇA
Brasil
Brancos
(8109) Almadén, Riesling, 2005
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(8101) Miolo Seleção, Chardonnay + Riesling + Sauvignon Blanc, 2004 |
Tintos
(8110) Almadén, Cabernet, 2005
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(8104) Miolo Seleção, Cabernet Sauvignon + Merlot + Pinot Noir, 2004 |
(8142) Miolo Reserva, Cabernet Sauvignon |
Itália
Brancos
(8126) Frascati, Cantine San Marco, 2003
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Argentina
Tintos
(8137) Santa Silvia, Cabernet Sauvignon, 2004
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ESPUMANTES EM GARRAFA
Itália
(8003) Prosecco, Bellussi, 2004
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(8005) Prosecco, Dedicato, 2004 |
(8000) Prosecco, Di Valdobbiadene DOC, 2004 |
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CARTA DE DRINKS
Chopp, Cerveja & Caipira
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Chopp garoto 220ml (7007) |
Chopp caldereta 350ml (7008) |
Bohemia premium escura 550ml (7006) |
Bohemia Weiss clara 550ml (7009) |
Cerpa export 350ml (7005) |
Itaipava premium long neck 355ml (7222) |
Itaipava pilsen em lata 350ml (7223) |
Caipirinha com 51, Velho Barreiro ou Ypióca (7303) |
Caipiroska de limão com Smirnoff (7304) |
Caipiroska de lima ou abacaxi com Smirnoff (7302) |
Caipiroska com Wyborowa polonesa (7513) |
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Drinks
Bacardi Carta Blanca (7404) |
Bacardi Carta Oro (7408) |
Becosa (7511) |
Campari (7506) |
| Cognac Domecq (7510) |
Cognac Fundador, Espanha (7405) |
Cognac Napoléon, França (7403) |
Gin Seagers (7508) |
Gin Beefeater, Inglaterra (7516) |
Grappa Bianca, Itália (7406) |
Malibu (7512) |
Martini Bianco ou Dry (7410) |
Steinhäger (7411) |
Tequila Jose Cuervo, México (7501) |
Vermut Carpano, Itália (7409) |
Vodka Smirnoff (7502) |
Vodka Wyborowa, Polônia (7515) |
Ypióca Ouro (7412) |
Ypióca Prata (7414) |
Cocktails
| Dry Martini (7509) |
| Margherita (7504) |
Whisky (8 anos)
Ballantine’s (7211) |
Black & White (7215) |
Cutty Sark (7212) |
Grant’s (7208) |
Jack Daniel’s (7209) |
JεB (7214) |
Red Label (7201) |
The Famous Grouse (7213) |
White Horse (7210) |
Whisky (12 anos)
Ballantine’s (7206) |
Black Label (7203) |
Buchanna’s (7217) |
Chivas Regal (7207) |
Dimple (7216) |
Logan (7205) |
Old Parr (7204) |
Teacher’s (7202) nacional |
Licores
Amadeus, Áustria (7402) |
Amaretto dell’Orso (7401) |
Amaretto Galliano, Itália (7402) |
Amarula, África do Sul (7402) |
Bailey’s, Irlanda (7402) |
Cointreau (7401) |
Cuarenta Y Tres, Espanha (7402) |
Drambuie, Escócia (7413) |
| Frangelico, Itália (7402) |
Madarine Napoléon, França (7402) |
Marie Brizard Framboise, França (7402) |
Nassau Royale, Bahamas (7402) |
Sambuca Buton, Itália (7402) |
Strega (7401) |
Vandermint, Holanda (7402) |
Sangrias
Sangria tinto ou branco(7505) - ½ jarra |
Sangria tinto ou branco(7514) - jarra completa |
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